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terça-feira, 8 de maio de 2012

A Verdadeira Alice e sua história por trás do Clássico de Lewis Carrol

Creio que todo mundo aqui já tenha assistido o filme “Alice no País das Maravilhas” ou lido o livro pelo menos uma vez.  Quem tem um olhar mais profundo deve ter percebido que é uma história bem viajada, fora dos padrões infantis...

Pesquisando sobre o autor, descobrimos que ele é um cara bem estranho. Seu nome não é Lewis Carroll e sim Charles Lutwidge Dodgson.  Ele nasceu na Inglaterra de 1832, foi matemático, lógico, fotógrafo e romancista – Foi reconhecido como tal após o sucesso de Alice no País das Maravilhas. Faleceu 1898, aos 66 anos.

Lewis Carrol era um homem muito tímido e gostava muito de crianças (apenas as do sexo feminino) e de lhes contar histórias. Lewis, enquanto lecionava em Oxford, conheceu Henry Liddell e suas 3 filhas: Alice, Lorina e Edite.

A verdade Alice era a filha de Henry, uma garotinha de 7 anos. A maioria dos personagens de Alice foram inspiradas em pessoas do cotidiano de Lewis.

Lewis tinha uma aparência sóbria, escondia um sentimento de culpa que o corroia de forma implacável... Quando tinha oportunidade, gostava de desenhar ou fotografar meninas seminuas, com a permissão das mães.

A mãe de Alice permitia o relacionamento dos dois (embora ela tenha queimado cartas dele na qual ele se despedia da menina com “10 milhões de beijos” e costumava pedir cachos e cabelo de presente para beijar) e a garotinha passeava e passava longas tardes conversando com ele. Um dia, pediu para que ele escrevesse uma história para ela. E assim nasceu o livro, Alice no Páis da Maravlihas,  publicado em 1865 e Através do Espelho, de 1871 – Este inclusive termina com um poema em que as primeiras letras de cada estrofe formam o nome da menina.

Até hoje não ficou claro o que rolou exatamente entre Alice e o autor. Mas é claro que especula-se que havia uma paixão, consumada ou não. Sempre se acreditou que, quando ele deixou de frequentar  a casa dos Liddell, em 1863, foi porque os pais de Alice haviam resolvido dar um basta naquele relacionamento inapropriado.

Mas documentos descobertos pela biografia de Karoline Leach mostram que Lewis  talvez fosse tão simpático com Alice e suas irmãs porque estava interessado mesmo era na governanta da casa.

Já adulta, Alice soube usar a fama da personagem ao seu favor. Mãe de 3 filhos e apertada financeiramente após  a morte do marido rico, leiloou o valioso manuscrito de  Alice embaixo da Terra (Primeiro nome de Alice no país das Maravilhas). Ela já não tinha mais contato com Lewis Carroll. O escritor anotou em seu diário que se lembraria dela para sempre “como aquela menininha de 7 anos completamente fascinante."


Trechinho retirado do livro:

"Podes dizer-me, por favor, que caminho devo seguir para sair daqui?
Isso depende muito de para onde queres ir - respondeu o gato.
Preocupa-me pouco aonde ir - disse Alice.
Nesse caso, pouco importa o caminho que sigas - replicou o gato." 

terça-feira, 18 de maio de 2010

3D = Sucesso?

É, moçada. Virou moda de vez. Depois dos ETs de "Avatar", vieram "Alice, no País das Maravilhas" e o recente "Fúria de Titãs". Todo mundo agora só quer brincar disso.
Olha, vou falar pra vocês que o efeito é realmente muito legal (assisti Alice 2 vezes, uma na versão "normal" e outra em 3D). Confesso que me rendi. Mas não é por isso que acho que todo filme, a partir de agora, tem que ser produzido de tal maneira. O sucesso dos azuizinhos de James Cameron, por exemplo, se deu sim a isso (claro, em conjunto com os efeitos especiais - mas isso é obrigação para o 3D, ou não é?), mas os outros que citei acima (Alice e Fúria...) não precisavam disso. Ambos já seriam campeões de bilheteria por si só.
Ah! Mas você falou que se rendeu e é legal! É, falei. Mas já havia gostado da obra de Tim Burton antes de ver pela segunda vez. Isso acrescentou apenas um pouco mais de diversão... aliás, acho que é isso mesmo, um baita parque de diversões.
Só que cinema não se resume a explosões ou objetos saindo da tela. É preciso um roteiro bem amarrado, uma trama interessante, boas atuações. Adjetivos que não são vistos nos gigantes de Na'vi, mas (ainda bem), encontrados diversas vezes no novo trabalho de Burton (ainda que não seja, nem de longe, o melhor trabalho dele) e, creio eu, encotrarei também na batalha dos deuses que estreia nesta sexta-feira.
Pois bem, qual o motivo da minha revolta? É que cada vez que leio notícias sobre a produção de algum filme, mais vejo se falar sobre isso. Quer alguns exemplos? Só das últimas que me recordo. Vamos lá:

- Homem-Aranha 4;
- Piratas do Caribe 4;
- Dracula 3D;
- Os Três Mosqueteiros;
- Capitão América;
- Judge Dredd;
- Soldado Universal 4;
- Homens de Preto 3...

E por aí vai. Só para constar (e não ser injusto), nem todas as produções estão confirmadas que serão feitas em 3D.

Mas o que parece agora é que para um filme filme fazer sucesso é necessário ser produzido em três dimensões. Quando não é isso. Homem-Aranha, Piratas do Caribe e Homens de Preto, só para citar esses como exemplo, são franquias de sucesso e NUNCA foram feitos dessa maneira.
E, outra coisa, antes que pensem que sou radical, NÃO sou contra esse tipo de inovação. Só acho que não deveria ser regra, como vem sendo. Afinal, isso aumenta os custos das obras, o que pode inviabilizar a produção de algumas, e, consequentemente, chegam às salas de projeção mais modernas, ou seja, mais caras, fazendo com que o preço do ingresso também suba. E aí a gente fica com aquele sorriso amarelo...

Fica mesmo tão legal no fim das contas?

quarta-feira, 24 de março de 2010

Depois de Alice, é a vez da Bela Adormecida

Após Tim Burton fazer uma adaptação de "Alice no País das Maravilhas", o diretor pode estar envolvido em outro projeto audacioso sobre contos de fada. Agora é a vez de "Bela Adormecida" ganhar a sua versão.

Ele pode trabalhar novamente com a roteirista Linda Woolverton, que escreveu o roteiro de 'Alice'. Ela também foi responsável pelas histórias de "Rei Leão" e "A Bela e a Fera".

O longa "Maleficent" seria um filme de ação ao vivo sobre a rainha malvada do clássico de animação de 1959.

Burton ainda está analisando a proposta e também não se sabe ainda o quão sombria seria a obra, mas pelo que vimos no mais novo trabalho do diretor, no mínimo efeitos visuais impressionantes nos esperam.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Alice no País das Maravilhas

Tá curioso (a) para assistir algum pedaço do filme? Pois bem, a Walt Disney, via MySpace, divulgou 59 segundos da obra para os fãs insaciáveis poderem desgustar um pouco do que vem por aí. Portanto crianças, mãos à obra:


Alice in Wonderland Exclusive Clip - Clothe This Girl

Trailer Park Movies | MySpace Video