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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Facebook na Bolsa de Nova Iorque

Hoje o Facebook deu mais um passo importante e estreou com o pé direito seus negócios na Bolsa de Nova Iorque. As ações da rede social fecharam seu primeiro pregão em alta. Em entrevista ao canal Bloomberg, o proprietário e idealizador da mídia social Mark Zuckerberg agradeceu a todos os usuários que utilizam o Facebook e todos os seus produtos. "Nossa missão é tornar o mundo mais aberto e conectado” lembrou Zuckerberg. Falando assim nem parece o mesmo Mark de "A Rede Social" não é?


quarta-feira, 25 de abril de 2012

Facebook lança parceria com empresas de antivírus

Foi anunciada, nesta quarta-feira (25), uma parceria entre o Facebook e as empresas de antivírus McAfee, Sophos, Symantec, Microsoft e TrendMicro.

Objetivo é aumentar a proteção aos usuários e sua "lista negra" de links suspeitos ao somar os bancos de dados das companhias parceiras com o seu próprio. Cada vez que um intenauta da rede social acessar uma URL da malfadada lista, ele será informado sobre os perigos daquela homepage.

O Facebook também lançou o "AV Marketplace", que oferece pacotes gratuitos de antivírus das empresas parceiras por seis meses ou um ano.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Empresas de mercados emergentes lideram nas mídias sociais

A conclusão vem de um estudo da KPMG Internacional, realizado em dez países. A pesquisa também indica que mais de 70% das corporações ao redor do mundo já têm presença nas mídias sociais. Em geral, entre os representantes de organizações ouvidos, os chineses, indianos e brasileiros mostraram-se de 20% a 30% mais propensos a dizer que suas empresas recorreram às mídias sociais como parte dos negócios do que os britânicos, australianos, alemães ou canadenses.

"Os mercados emergentes parecem estar percebendo mais rapidamente que as redes sociais oferecem uma oportunidade de relativo baixo custo para superar a concorrência em mercados desenvolvidos", avalia Malcolm Alder, sócio da área de Economia Digital da KPMG na Austrália.

Tendo como base uma pesquisa realizada com quase quatro mil pessoas, entre gerentes e profissionais de empresas dos principais mercados ao redor do mundo (Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, Índia, Japão, Reino Unido e Suécia), a pesquisa também descobriu que as organizações tendem a subestimar os benefícios dos meios de comunicação social, pois apenas 13% daqueles que indicaram não ter nenhuma iniciativa voltada às mídias sociais disseram acreditar que aderir à "onda social" poderia ter influência sobre o perfil público da organização, ou gerar ganhos produtivos. Por outro lado, 80% dos que disseram que suas empresas têm programas ativos para as mídias sociais indicaram terem percebido pessoalmente, ou por levantamentos da própria organização, benefícios apurados em razão da atuação nesses espaços virtuais.

"Com mais de 80% dos entrevistados citando benefícios, parece claro que aproveitar as vantagens das mídias sociais deve ser um imperativo organizacional. Em vez de enxergar nas redes sociais riscos abjetos, os executivos deveriam ser melhor aconselhados a equilibrar o risco de entrar nos meios de comunicação social diante do custo com a perda de oportunidades de não participar. Não se engane, há riscos a serem considerados, e ninguém deve entrar nas mídias sociais sem ter pensado em um modelo de governança associado", acrescenta Sanjaya Krishna, sócio da área de Economia Digital da KPMG nos Estados Unidos.
  • Brasil bem na fita
O Brasil aparece em quarto lugar entre os países que despontam com presença mais intensa de suas empresas nas mídias sociais. Das organizações brasileiras consultadas na pesquisa, 69,1% indicaram já ter iniciativas ligadas a estes novos meios de comunicação, percentual próximo aos 70,4% da média geral. Na liderança da lista está a China, com 82,7%; seguida por EUA (71,5%); e Índia (70,2%). Atrás do Brasil aparecem Canadá (51%); Reino Unido (48,2%); Alemanha (42,7%); Suécia (41,7%); Austrália (41,6%); e Japão (27,5%).

"O fenômeno das mídias sociais é especialmente notável aqui no Brasil, e as empresas perceberam logo a importância de estarem presentes e atentas a esse espaço virtual aberto à interação entre as pessoas. É interessante notar também que o consumidor brasileiro percebeu as mídias sociais como um importante instrumento para divulgar suas insatisfações com as empresas, o que deve ser olhado com muita atenção pelas organizações, pois os riscos de imagem envolvidos são consideráveis", afirma Tim Norris, diretor da área de Performance & Technology da KPMG no Brasil.
  • Acesso e satisfação de funcionários nas empresas
O relatório também apurou que as organizações que restringem o acesso de seus profissionais às redes sociais podem estar investindo em uma "batalha perdida". Um terço dos funcionários de empresas em que o acesso a redes sociais é bloqueado disse que não apenas estava usando as mídias sociais no escritório como se empenhava em "burlar os sistemas de proteção" de seus equipamentos de trabalho para "saciar suas necessidades nas redes". A satisfação no trabalho e o engajamento dos funcionários também são afetados pelo acesso aos meios de comunicação social: 63% dos funcionários de organizações que têm políticas abertas de acesso a mídias sociais disseram que estavam satisfeitos em seu trabalho, contra apenas 41% daqueles que tiveram seu acesso restrito.

"Os executivos podem estar sendo ingênuos ao pensar que proibir o acesso às redes sociais elimina o seu uso pelos empregados. De fato, a pesquisa mostra que, ao restringir ou bloquear o acesso, muitos funcionários tendem a transferir suas atividades em redes sociais para os seus dispositivos pessoais, que muitas vezes são menos seguros e sobre os quais não há qualquer controle", avalia Tudor Aw, diretor de Tecnologia da KPMG na Europa e sócio da firma britânica.

Diante desse cenário, a maioria das organizações indicou que desenvolve políticas específicas ou apresentou um conjunto informal de expectativas para que seus profissionais se engajem nas mídias sociais. O relatório da KPMG International Going Social: How businesses are making the most of social media(Tornando-se Social: como as empresas estão aproveitando ao máximo as mídias sociais, em português) também mostra que mais da metade das organizações oferece aos seus funcionários formação específica em mídias sociais, e 62% já tinham desenvolvida uma política específica de mídias sociais.

Sobre os controles adotados, enquanto quase 60% dos gerentes disse que suas organizações monitoram o uso que os profissionais fazem das redes sociais, apenas 40% dos funcionários estavam cientes desse cuidado das empresas. "A adoção de políticas claras, práticas e concisas, apoiadas por uma formação adequada, deve ser uma prioridade na agenda dos gestores para dar aos empregados a confiança para que sejam ativos e produtivos nas mídias sociais, ao mesmo tempo em que são reduzidos os riscos por conhecerem os limites dentro dos quais eles devem agir", observou Malcolm Alder.
  • Sobre o estudo
O estudo da KPMG Going Social: How businesses are making the most of social media (Tornando-se Social: como as empresas estão aproveitando ao máximo as mídias sociais, em português) é baseado em uma pesquisa com 1.850 gerentes e 2.016 funcionários de empresas de dez países (Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, Índia, Japão, Reino Unido e Suécia). A pesquisa foi aplicada em formato on-line entre os meses de abril e maio de 2011. Para garantir que os dados foram representativos dos públicos-alvo, as respostas foram ponderadas para refletir o tamanho relativo das populações empregadas por país para determinar o número de empregados ouvidos, enquanto que, para determinar o número de gerentes, foi ponderada a quantidade de empresas por país.
A conclusão vem de um estudo da KPMG Internacional, realizado em dez países. A pesquisa também indica que mais de 70% das corporações ao redor do mundo já têm presença nas mídias sociais. Em geral, entre os representantes de organizações ouvidos, os chineses, indianos e brasileiros mostraram-se de 20% a 30% mais propensos a dizer que suas empresas recorreram às mídias sociais como parte dos negócios do que os britânicos, australianos, alemães ou canadenses.

"Os mercados emergentes parecem estar percebendo mais rapidamente que as redes sociais oferecem uma oportunidade de relativo baixo custo para superar a concorrência em mercados desenvolvidos", avalia Malcolm Alder, sócio da área de Economia Digital da KPMG na Austrália.

Tendo como base uma pesquisa realizada com quase quatro mil pessoas, entre gerentes e profissionais de empresas dos principais mercados ao redor do mundo (Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, Índia, Japão, Reino Unido e Suécia), a pesquisa também descobriu que as organizações tendem a subestimar os benefícios dos meios de comunicação social, pois apenas 13% daqueles que indicaram não ter nenhuma iniciativa voltada às mídias sociais disseram acreditar que aderir à "onda social" poderia ter influência sobre o perfil público da organização, ou gerar ganhos produtivos. Por outro lado, 80% dos que disseram que suas empresas têm programas ativos para as mídias sociais indicaram terem percebido pessoalmente, ou por levantamentos da própria organização, benefícios apurados em razão da atuação nesses espaços virtuais.

"Com mais de 80% dos entrevistados citando benefícios, parece claro que aproveitar as vantagens das mídias sociais deve ser um imperativo organizacional. Em vez de enxergar nas redes sociais riscos abjetos, os executivos deveriam ser melhor aconselhados a equilibrar o risco de entrar nos meios de comunicação social diante do custo com a perda de oportunidades de não participar. Não se engane, há riscos a serem considerados, e ninguém deve entrar nas mídias sociais sem ter pensado em um modelo de governança associado", acrescenta Sanjaya Krishna, sócio da área de Economia Digital da KPMG nos Estados Unidos.
  • Brasil bem na fita
O Brasil aparece em quarto lugar entre os países que despontam com presença mais intensa de suas empresas nas mídias sociais. Das organizações brasileiras consultadas na pesquisa, 69,1% indicaram já ter iniciativas ligadas a estes novos meios de comunicação, percentual próximo aos 70,4% da média geral. Na liderança da lista está a China, com 82,7%; seguida por EUA (71,5%); e Índia (70,2%). Atrás do Brasil aparecem Canadá (51%); Reino Unido (48,2%); Alemanha (42,7%); Suécia (41,7%); Austrália (41,6%); e Japão (27,5%).

"O fenômeno das mídias sociais é especialmente notável aqui no Brasil, e as empresas perceberam logo a importância de estarem presentes e atentas a esse espaço virtual aberto à interação entre as pessoas. É interessante notar também que o consumidor brasileiro percebeu as mídias sociais como um importante instrumento para divulgar suas insatisfações com as empresas, o que deve ser olhado com muita atenção pelas organizações, pois os riscos de imagem envolvidos são consideráveis", afirma Tim Norris, diretor da área de Performance & Technology da KPMG no Brasil.
  • Acesso e satisfação de funcionários nas empresas
O relatório também apurou que as organizações que restringem o acesso de seus profissionais às redes sociais podem estar investindo em uma "batalha perdida". Um terço dos funcionários de empresas em que o acesso a redes sociais é bloqueado disse que não apenas estava usando as mídias sociais no escritório como se empenhava em "burlar os sistemas de proteção" de seus equipamentos de trabalho para "saciar suas necessidades nas redes". A satisfação no trabalho e o engajamento dos funcionários também são afetados pelo acesso aos meios de comunicação social: 63% dos funcionários de organizações que têm políticas abertas de acesso a mídias sociais disseram que estavam satisfeitos em seu trabalho, contra apenas 41% daqueles que tiveram seu acesso restrito.

"Os executivos podem estar sendo ingênuos ao pensar que proibir o acesso às redes sociais elimina o seu uso pelos empregados. De fato, a pesquisa mostra que, ao restringir ou bloquear o acesso, muitos funcionários tendem a transferir suas atividades em redes sociais para os seus dispositivos pessoais, que muitas vezes são menos seguros e sobre os quais não há qualquer controle", avalia Tudor Aw, diretor de Tecnologia da KPMG na Europa e sócio da firma britânica.

Diante desse cenário, a maioria das organizações indicou que desenvolve políticas específicas ou apresentou um conjunto informal de expectativas para que seus profissionais se engajem nas mídias sociais. O relatório da KPMG International Going Social: How businesses are making the most of social media(Tornando-se Social: como as empresas estão aproveitando ao máximo as mídias sociais, em português) também mostra que mais da metade das organizações oferece aos seus funcionários formação específica em mídias sociais, e 62% já tinham desenvolvida uma política específica de mídias sociais.

Sobre os controles adotados, enquanto quase 60% dos gerentes disse que suas organizações monitoram o uso que os profissionais fazem das redes sociais, apenas 40% dos funcionários estavam cientes desse cuidado das empresas. "A adoção de políticas claras, práticas e concisas, apoiadas por uma formação adequada, deve ser uma prioridade na agenda dos gestores para dar aos empregados a confiança para que sejam ativos e produtivos nas mídias sociais, ao mesmo tempo em que são reduzidos os riscos por conhecerem os limites dentro dos quais eles devem agir", observou Malcolm Alder.
  • Sobre o estudo
O estudo da KPMG Going Social: How businesses are making the most of social media (Tornando-se Social: como as empresas estão aproveitando ao máximo as mídias sociais, em português) é baseado em uma pesquisa com 1.850 gerentes e 2.016 funcionários de empresas de dez países (Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, Índia, Japão, Reino Unido e Suécia). A pesquisa foi aplicada em formato on-line entre os meses de abril e maio de 2011. Para garantir que os dados foram representativos dos públicos-alvo, as respostas foram ponderadas para refletir o tamanho relativo das populações empregadas por país para determinar o número de empregados ouvidos, enquanto que, para determinar o número de gerentes, foi ponderada a quantidade de empresas por país.

Abaixo, uma reportagem interessante sobre o assunto exibida no Jornal das Dez, da Globo News.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Bug no Facebook

Logo após crackers terem publicado 13 fotos de Mark Zuckerberg em situações pessoais, no dia 06 de novembro os engenheiros do Facebook corrigiram um bug na rede social que deixava exposto as fotos que se encontram no modo privado.

Segundo a revista Forbes, os invasores conseguiram acessar o álbum do criador do Facebook através de um mecanismo do próprio site. Quando o usuário denunciava uma foto pública com conteúdo inapropriado, uma caixa de diálogo exibia todas as imagens do álbum da pessoa. Com isto, até o perfil de Zuckerberg estava exposto.

sábado, 10 de setembro de 2011

Taí o que você já sabia: Facebook ultrapassa Orkut no Brasil

Pesquisa do Ibope Nielsen Online confirma o que todo mundo já sabia: o Facebook ultrapassou pela primeira vez o Orkut no número de usuários brasileiros em agosto. A informação já tinha sido divulgada pelo site Alexa, que mantém um ranking dos 500 sites mais acessados em diferentes países.

De acordo com o instituto, no mês passado, o Facebook atingiu 30,9 milhões de usuários únicos, ou 68,2% dos internautas no trabalho e em domicílios. Já o Orkut registrou alcance de 64%, ou 29 milhões de usuários. O Twitter também mostra crescimento por aqui e marcou 14,2 milhões de usuários únicos, ou 31,3%.

Ainda de acordo com o Ibope, "o Brasil se consolida como um mercado com elevada utilização de sites sociais, com uso diversificado, refletindo o interesse dos brasileiros pela internet". Em agosto, em média, cada usuário brasileiro de redes sociais conectou-se a esses sites por um tempo de 7 horas e 14 minutos.

O acesso à internet em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais) atingiu 77,8 milhões de pessoas no segundo trimestre de 2011. Esse número é 5,5% superior ao do segundo trimestre de 2010 e 20% maior que o do segundo trimestre de 2009.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Mais de 25 Milhões no Google+

De acordo com a pesquisa da comScore (entidade responsável por realizar pesquisa de novas tendências do mercado para grandes empresas), a nova rede social denominado Google+ conseguiu atrair mais de 25 milhões de usuários em 2 meses após o seu lançamento, enquanto o Facebook levou 3 anos, e o MySpace em menos de dois anos, mas perdeu muitos internautas no último ano apontado pela comScore.

Pelas previsões da comScore, Google+ cresce com aproximadamente 1 milhão de adeptos diariamente, mas ainda é muito cedo para afirmar se Google+ será ou não um sucesso num mercado tão volátil quanto à internet, uma vez que muitos destes usuários que aderiram a nova rede veio do Gmail (primeiro provedor de emails do mundo a oferecer gigas de espaços nos emails).

Segundo a empresa Google, Google+ promete ser uma nova revolução na rede social, totalmente reformulado com as novas tendências e tecnologias do mercado, pois ela integra todas as tecnologias já dominadas no mercado desde Google Docs, Picasa, Gmail, Youtube, etc.

A comScore informou que 6 milhões de visitantes do Google+ vivem no Estados Unidos e mais de 3,6 milhões na Índia. Canadá e Grã-Bretanha aparecem com 1 milhão cada, enquanto Alemanha tem 920 mil e o Brasil, pouco mais de 780 mil. França e Taiwan têm cerca de 500 mil visitantes cada.

Curiosidades!

Facebook - Desenvolvido já no auge da Internet, em que nada se criava, um estudante universitário NERD que queria conhecer garotas decidiu criar um repositório de informações pessoais para facilitar a comunicação.

Orkut - Criado antes do Facebook, a Google resolveu ir atrás e tentar abocanhar uma fatia do mercado, porém só obtém alcance maior no Brasil e na Índia.

Após o sucesso do Napster, o MySpace lançado pela Microsoft (dominante no mercado de Sistemas Operacionais), vendo que a tendência era a Multimídia Digial e todos usavam o seu Windows Media Player para tocar suas musicas piratas, aproveitou e resolveu criar uma rede social em que todos pudessem compartilhar suas idéias, músicas e bandas favoritas.

Google+ - A tendência mundial é Cloud (Nuvem). Por que Nuvem? A melhor palavra é descentralização, pois todo mundo pode fazer tudo em qualquer lugar do mundo - há exemplos já em prática (Cloud Computing, Cloud Surfing, etc).

Visto que o Google domina o mercado mundial desde streaming de videos (YouTube), buscador de informações (Google), compartilhamento de fotos pela web (Picasa) até compartilhamento de documentos (Google Docs), ele resolve integrar tudo na nuvem.

Então meus amigos leitores, se formos levar em conta que América do Norte e Europa ditam as regras, e o motivo do lançamento de cada rede social, praticamente o Google+ já será um sucesso no mercado.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

A Rede Social (++++)

Como o próprio nome já diz, "A Rede Social" conta a história da criação da maior rede social existente atualmente no mundo: o Facebook. No Brasil, apesar de o Orkut ainda ser o mais utilizado, ela vem crescendo a passos largos e, acredito eu, um filme contando a criação dessa rede gera grande curiosidade.

Para quem não sabe, é uma adaptação do livro de Ben Mezrich, "The Accidental Billionaires: The Founding of Facebook, a Tale of Sex, Money, Genius and Betrayal". Como não li a publicação, não vou também julgar se a transposição para a telona foi bem-feita ou não.

O longa começa num bar, onde o protagonista Mark Zuckerberg (brilhantemente interpretado por Jesse Eisenberg, do ótimo "Zumbilândia") e a namorada dele discutem e terminam o relacionamento. Partindo disso, bêbado e com raiva, ele posta em seu blog pessoal palavras não tão carinhosas para sua ex, enquanto rola uma festa onde não foi convidado, mas nem por isso deixou de participar. Provoca os convidados criando uma pequena rede que conta com uma eleição para escolher a mais sexy de Harvard. O site é um sucesso de cara, onde mais de 22 mil pessoas visitaram em uma noite. Foi obrigado a esclarecer a situação para os diretores da universidade, mas ganha admiradores de sua inteligência. E isso é o que leva a toda a trama da história: Zuckerberg recebe um convite dos garotos populares da faculdade (que não sabiam nada de programação) para se juntar a eles e criar uma rede social onde somente quem tivesse o e-mail 'harvard.edu' poderia se cadastrar. Óbvio que, malandramente, o cara aceita, mas já com más - ou seriam boas? - intenções. Com o sucesso do site, a página vai se prolongando para outras instituições como Cambridge e Stanford. E isso, claro, chama a atenção de aproveitadores. Um deles é, simplesmente, o criador do Napster, Sean Parker - interpretado por Justin Timberlake (isso mesmo, o cantor... ex-N'sync), o que, futuramente, vai fazê-lo se desentender com o seu melhor amigo Eduardo Saverin (Andrew Garfield - o novo Homem-Aranha). Enfim, como já me prolonguei demais com a história, vamos ao que interessa.

O que realmente impressiona na produção de David Fincher - e nos deixa um pouco tontos, de início (não, não é a minha labirintite) - é a velocidade nos diálogos, sempre muito bem amarrados e inteligentes também. Logo na primeira cena - a do bar, citada acima - já é uma pequena pancada na cabeça, mas com o desenrolar do filme, vamos entrando no ritmo da dança. Fincher constrói uma cadeia de situações onde não se sabe exatamente quem é o mocinho ou o bandido. Pode-se pensar que Mark Zuckerberg é um baita babaca - ou, de acordo como uma das promotoras do caso, ele apenas faz um esforço muito grande pra ser um -, ou será que os garotos de Harvard que o acusam de roubar a ideia deles é que queriam se aproveitar da inteligência do rapaz? Ou ainda, Sean Parker também usou Mark ou foi a salvação dele? Confesso que fiquei sem saber pra quem "torcer". É isso o grande ponto de interrogação e positivo do baita diretor de "Seven - Os sete crimes capitais" e "O curioso caso de Benjamin Button". E, como ele mesmo diz, 'você não pode fazer 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos'.

Fincher nos deixa uma tremenda lição quando 'escarra' na tela: 'Na internet se escreve à caneta e não a lápis'. Entenda como quiser...

BEM NA FITA:

- Quem mais? David Fincher, claro
- Jesse Eisenberg
- Andrew Garfield
- Diálogos interessantes

QUEIMOU O FILME:

- Pelos diálogos velozes e intensos logo no início, pode afastar muita gente, mas e daí?

FICHA TÉCNICA:

NOME: A Rede Social (The Social Network)
ELENCO: Jesse Eisenberg, Andrew Garfield, Justin Timberlake
DIRETOR: David Fincher
ROTEIRO: Aaron Sorkin, baseado em livro de Ben Mezrich