Blah Cultural

Série "Intercâmbio Cultural" - 3º Episódio

Nossa correspondente Marina fala sobre chegadas e partidas

Leia mais

Baú do Blah

"Cherry Bomb" do The Runaways, grupo de rock formado exclusivamente por mulheres de atitude nos anos 70, é o desenterro da semana

Leia mais

Fan Film da semana

O vídeo da vez homenageia Super Mario Bros, eleito o melhor jogo de todos os tempos

Leia mais

Novos Artistas

Com composições próprias, em inglês, a banda Austin é o destaque da vez

Leia mais

Música e Cinema

Entrevista com João Estrella: Saiba mais sobre o músico que teve sua vida retratada no filme "Meu nome não é Johnny"

Leia mais

Família do Blah

Busca

Mostrando postagens com marcador LG. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador LG. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Esqueça o 3D, o futuro é QD!

Pesquisadores desenvolveram uma nova forma para reproduzir imagens, que poderá ser usada na fabricação de televisores ultra-finos, flexíveis e com alto poder de resolução.
Conhecida como "pontos quânticos" ("quantum dots" em inglês ou "QD", na sigla), a tecnologia é feita a partir da emissão de luz de minúsculos cristais, que são 100 mil vezes menores que a largura de um fio de cabelo. Ao mudar o tamanho deles, os cientistas descobriram ser possível manipular a cor da luz produzida pelos cristais, o que acaba gerando um efeito mais colorido e natural.

Segundo o jornal The Telegraph, os pesquisadores esperam que os primeiros televisores de pontos quânticos, com cores melhoradas e telas ainda mais finas, estejam disponíveis nas lojas até o final de 2012. Já a versão flexível deve levar pelo menos três anos para chegar ao mercado.

"Estamos trabalhando com algumas das principais empresas de produtos asiáticos. Alguns itens já farão parte da próxima geração de televisores de tela plana. A verdadeira vantagem fornecida por esse recurso é que elas podem ser impressas numa folha de plástico e facilmente enroladas ou dobradas pelo usuário", explica Michael Edelman, diretor-executivo da companhia Nanoco.

Mesmo sem a divulgação de quais são as empresas que a Nanoco está trabalhando, especula-se que entre elas estejam a Sony, Sharp, Samsung e LG.

Apesar do avanço tecnológico, a escassez de alguns elementos para a produção desses displays tem impulsionado os custos de mercado, o que leva as empresas de eletrônicos a procurar novas maneiras de fazer seus produtos.

Além de televisores, displays e outros aparelhos, o QD poderá ser usado para a fabricação de novos tipos de lâmpadas mais eficientes, como também ser alimentados por energia solar.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Sony registra forte prejuízo no terceiro trimestre

A Sony anunciou um prejuízo líquido no trimestre encerrado no fim de setembro e prevê perdas de mais de US$ 1 bilhão no ano fiscal. Tudo por causa do iene forte, que reduz as vendas fora do Japão, deixando a divisão de aparelhos de TV em dificuldades.

A empresa japonesa perdeu de 27 bilhões de ienes (US$ 345 milhões - quase R$ 600 milhões) no segundo trimestre fiscal, comparado ao lucro de 31,1 bilhões de ienes do mesmo período do ano passado. A receita caiu 9,1%, para 1,5 trilhão de ienes.

O conglomerado japonês de entretenimento e eletrônicos afirmou que agora estima prejuízo líquido de 90 bilhões de ienes – cerca de US$ 1,15 bilhão nas atuais taxas de câmbio – sobre vendas de 6,5 trilhões de ienes, comparado com sua previsão de julho, de um lucro líquido de 60 bilhões de ienes sobre vendas de 7,2 trilhões de ienes. As previsões baseiam-se na estimativa de uma taxa de câmbio de 75 ienes para o dólar e 105 ienes para o euro.

A divisão de televisão da Sony tem sido o grande problema da empresa por aproximadamente uma década. A companhia entrou atrasada no mercado de telas de TV de cristal líquido, fazendo com que aquela que já foi líder no mercado de TV ficasse atrás das atuais líderes Samsung e LG.

Mais recentemente, a indústria de televisores ficou sob nova pressão, uma vez que os fabricantes lutam para manter as margens de lucro durante uma desaceleração da demanda nos EUA, Japão e Europa. A divisão de TV da Sony espera perder dinheiro novamente no atual ano fiscal até março, que pode marcar o oitavo ano no vermelho.

Outro entrave para a empresa tem sido a valorização do iene, especialmente sobre o euro. A Sony tem compensado a alta do iene sobre o dólar adquirindo peças na moeda norte-americana, mas enfrenta em dificuldades em compensar as vendas europeias com a mesma estratégia.