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sábado, 2 de junho de 2012

Baixista de banda de Black Metal é eleito ao Parlamento na Grécia

O baixista Giorgos Germenis, da banda black metal Naer Mataron, é o mais novo representante no parlamento da Grécia. O músico foi eleito pelo partido de extrema direita Alvorada Dourada, que obteve entre  5% e 7% dos votos nas eleições gerais do país. A conquista é a primeira do partido no parlamento grego. 

O Alvorada Dourada é famoso pelas visões radicais, é sempre comparado pela imprensa do país com o Partido Nacional Democrata da Alemanha, de origem neonazista. 

Com uma visão separatista, Giorgos Germenis,   defende atitudes radicais e acredita que a crise econômica na Grécia, é oriunda da imigração ilegal.

"Todos os imigrantes ilegais devem ir embora. Se todos saíssem daqui - são mais de três milhões - os gregos teriam três milhões de novos empregos. Nós do Alvorada Dourada acreditamos que a Grécia é um país rico. Precisamos revitalizar as fábricas e os pequenos estabelecimentos para o país conseguir ficar em pé. Não precisamos da União Europeia nem ninguém mais. Apenas os gregos",  delcarou o baixista do Naer Mataron, em comunicado oficial do partido. 

Confira o político e músico em ação com a sua banda:
 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Tiririca pode ser o novo garoto-propaganda Instituto Brasileiro de Museus

O deputado federal faria parte de campanha para incentivar os brasileiros a conhecerem os museus, chamando atenção com um slogan parecido com o de sua campanha eleitoral: "Você sabe o que é um museu? Eu também não, mas vamos descobrir".

Segundo a assessoria de imprensa do Ibram - que é ligado ao Ministério da Cultura -, o convite surgiu durante uma conversa informal entre TiriricaJosé Nascimento, presidente da instituição. Mas ainda não é possível dizer se a campanha irá mesmo acontecer.

Titular das comissões de Cultura e Educação na Câmara dos Deputados, em Brasília, Tiririca defende outro movimento artístico, o circo, com projeto de lei para diminuir tributos aos profissionais circenses.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Câmara Federal aprova "PEC da Música"

O plenário da Câmara Federal aprovou, nesta terça-feira (29), a PEC 98/07, a Proposta de Emenda Constitucional que prevê imunidade tributária para DVDs e CDs de música brasileira. A imunidade - de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) - passou em primeiro turno com 395 votos favoráveis e 21 contra.
A proposta será votada em segundo turno na Câmara. Se aprovada, segue para o Senado, onde também será votada em dois turnos.
Além de CDs e DVDs contendo obras musicais ou lítero-musicais nacionais, a emenda se estende aos arquivos digitais. O objetivo da emenda, conhecida como PEC da música, é ampliar a comercialização da música brasileira. Seus defensores argumentam que a proposta beneficiaria os artistas iniciantes e aqueles que têm uma importância regional. A expectativa do relator do projeto, deputado Otavio Leite (PSDB-RJ), é de que o preço dos produtos caia em até 25%.
A bancada do Amazonas se opôs à emenda, argumentando que a mesma prejudicaria a indústria de mídias laser da Zona Franca de Manaus, que já conta com benefícios fiscais e emprega 8 mil pessoas na região. No entanto, justamente para preservar a área, a PEC não isenta a etapa de replicação industrial de mídias.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Berlusconi lança CD romântico

Após deixar o cargo de primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi retorna à carreira outrora esquecida (ou desconhecida). O bilionário lançou um novo CD, com a colaboração de Mariano Apicella.

O ex-premiê, que já chegou a se apresentar em navios de cruzeiro, não canta nenhuma música de "True Love", mas ajudou a compor todas as faixas do álbum. O disco traz canções de amor e arranjos de jazz. É o quarto que Berlusconi e Apicella, cantor e guitarrista napolitano, gravam juntos.

O ex-político (?!), de 75 anos, renunciou no último dia 12 após falhar em levar adiante reformas econômicas que visavam persuadir mercados e parceiros da Europa de que a Itália poderia escapar da crise da dívida que o continente europeu atravessa.

A vida agitada do ex-primeiro-ministro também manchou a imagem dele. Festanças nas residências dele, frequentadas por jovens mocinhas - que não eram bem de família -, levaram 'Berlusca' a ter problemas com a justiça, que o acusa de ter pago por sexo com uma marroquina menor de idade e ter usado sua influência para esconder o caso, o que ele nega veementemente. O julgamento está prossegue em curso em Milão.

Confira algumas performances dos "artistas" abaixo.





domingo, 3 de janeiro de 2010

LULA, O FILHO DO BRASIL (+++)


Antes de qualquer coisa neste post, desejo a todos um feliz 2010! Sem mais delongas, logo no fim dos fogos do réveillon, os cinemas não esperaram e anunciaram algumas estreias. Entre elas, está o longa baseado na história do nosso atual Presidente: "Lula, o fiho do Brasil". Aviso também, que não vou entrar no mérito politico. Este não é um blog para discutir assuntos desse tipo. Não me interessa aqui gostar ou não dele. A ideia é analisar o filme como ele próprio.


Fazendo uma análise imparcial então, achei "Lula..." um filme, digamos, bom. A história se inicia a partir de sua infância sofrida no sertão de Pernambuco. Quando eles partem em busca de uma vida melhor em São Paulo, descobrem que o pai (bem interpretado por Milher Cortaz) tem uma amante e é um alcoólatra inveterado. A mãe (a fascinante Glória Pires! Brilhante! Brilhante!) resolve, então, sair de casa com os filhos. Daí por diante, a narrativa se apega diretamente à Lulinha e à mãe. O futuro chefe de governo faz curso de torneiro mecânico, enquanto passa por aventuras com bebida e mulheres , até chegar à chefia do Sindicato dos Metalúrgicos e, por conseguinte, à Presidência da República.


Para mim, o ponto forte da história é mostrá-lo como ser humano. Há uma cena em que Lula chega bêbado em casa e a mãe o reprime por isso. Em outra cena, ele paquera mulheres e fala besteiras de um jovem comum. Há ainda a parte em que ele é chamado de traíra pelos membros do Sindicato. Isso é bem legal: ele errou, erra e vai continuar errando. Isso também é evidente atualmente. Mas falta também emoção em determinados momentos da obra, como quando ele perde o dedo. Há ainda a descaracterização da personagem, já que em pouquíssimos momentos ouve-se a voz rouca e a dicção fanha exigidas para o papel. Além do quê, o português do protagonista tá muito certinho. Nesse quesito, a atuação Rui Ricardo Diaz peca.


Caso você resolva ir ao cinema, não espere ver a entrada dele na política, de fato. Ele ingressando no PT e chegando às candidaturas para presidência? Esqueça. "Lula, o filho do Brasil" pretende mostrar a criação dessa liderança e o início do interesse por política de quem seria nosso futuro governante. Mas esse erro (?!) é "reconhecido" por seu diretor, que alega que teria história ainda para uns dois filmes.


Apesar de todos os defeitos, é um conto que, apesar de todos conhecerem, não deixa de ser impressionante. Já pensou que você pode estar esbarrando na rua com nosso futuro Presidente? Será que um raio cai duas vezes no mesmo lugar? Nada é impossível, né? Quem acreditaria no primeiro raio?


Acho somente que o trabalho de Fábio Barreto perderá uma parte de seu público porque foi lançado na hora errada. Uma obra desse tipo não pode ser lançada em pleno ano eleitoral e com o próprio protagonista ainda no poder. Por mais que se esforce para não ser um filme eleitoreiro, é realmente impossível não associá-lo à uma campanha antecipada (embora, em nenhum momento, Dilma Rousseff seja citada, mas...). É uma pena. Poderiam esperar mais um pouco.
SENTE E RELAXE:
- História, embora conhecida, impressionante.
- Glória Pires sensacional.
- Boa fotografia.
- Ênfase no ser humano Lula e não no Presidente.
SE PUDER, CORRA:

- Correria em algumas cenas para contar a história, consequentemente, ausência de emoção.
- Cadê a "rouquice", a "fanheza" e o português incorreto?
- Lançar em ano eleitoral?
FICHA TÉCNICA:

NOME: Lula, o filho do Brasil.
ELENCO: Rui Ricardo Diaz, Glória Pires, Cleo Pires , Milhem Cortaz, Juliana Baroni.
DIREÇÃO: Fábio Barreto.
ROTEIRO: Daniel Tendler, Denise Paraná e Fernando Bonassi, baseado em livro homônimo de Denise Paraná.