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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Dica de exposição: "Rabin Ajaw" no CCBB

A Guatemala é um país da América Central que era habitado pelos maias antes dos colonizadores espanhóis chegarem com tudo. Disso todo mundo sabe, mas o que mais você conhece sobre esse país? Bem mais próximo do Brasil, pelo menos geograficamente falando, do que a França, por exemplo, porém sobre o ponto de vista cultural, não temo em afirmar que estamos bem mais perto dos franceses... Afinal quem nunca ouviu falar em Balzac, Voltaire, Mostequieu... Já autores da Guatemala, de cabeça, não é tão fácil assim de listar não é?

O pouco que sabemos sobre a Guatemala tem a ver com os maias. Eles eram os únicos que tinham um sistema de escrita na época pré-colombiana. Inclusive foram descobertos relatos de como era a vida antes dos colonizadores chegarem na América dos Maias. O "Rabinal Achi" é uma dança-drama que foi traduzido por Richard E. Leinaweaver em 1855, mas é uma manifestação cultural da época em que os espanhóis nem sonhavam em chegar na América. O enredo conta a história de dois adversários: O Homem de Rabinal (que é uma cidade na Guatemala) e o Guerreiro Quíchua que terá que morrer sobre a pedra de sacríficios, no entanto, é a ele mostrado toda honraria até o momento final. Essa manifestação cultural é lembrada nas festas de santos padroeiros (parece com Folia de Reis daqui) que acontece todo ano na cidade de Rabinal e requer até máscaras. Interessante não é?

Se saber disso despertou ainda mais sua curiosidade sobre maias e a Guatemala, você precisa ir visitar a partir de amanhã a exposição "Rabin Ajaw" (que significa a Filha do Rei) no CCBB. Lá você irá encontrar
rostos, expressões, ritos, materiais, mitos e sobretudo peças de vestuário fazem da mostra uma rica viagem pela estética cultural e pelas crenças das populações de origem maia da Guatemala. A exposição gratuita irá até 22 de junho.

Rabin Ajaw
CCBB - Rua Primeiro de Março 66 -Centro
De 22 de maio à 22 de julho
Entrada Franca

segunda-feira, 26 de março de 2012

Exposição sobre Escher no Rio foi a mais visitada no mundo em 2011

O "Mundo Mágico de Escher" foi a exposição mais visitada do mundo no ano passado. De acordo com o jornal britânico Art Newspaper durante o período que esteve aberta a visitação no CCBB Rio a mostra arrastou nada menos que 9.677 pessoas por dia.

Essa pode ser considerada uma ótima notícia já que comprova uma expressiva demanda dos brasileiros por cultura. Confesso a vocês que fiquei fascinada quando visitei a mostra e considero a melhor exposição que já estive até o presente momento.


Vale destacar que ocupa o 9º lugar no ranking das 10 mostras mais vistas no mundo em 2011, divulgado no jornal O Globo, a exposição "Eu em Tu" (Laurie Anderson).


O CCBB Rio está de parabéns afinal abrigou essas duas importantíssimas mostras no ano passado. Além de tantas outras ao longo de mais de duas décadas...

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Exposições em destaque (Semana do dia 27/02)

Expofoto [sub] Urbanos – Daniela Dacorso



Um olhar sobre a periferia através da fotografia. Essa é a proposta da Expofoto [sub] Urbanos que pode ser visitada no Oi Futuro Flamengo. A artista carioca Daniela Dacorso expõe imagens sobre diversos temas como corpo, religiosidade e cultura urbana. Vale lembrar que no ano passado a temática periferia também esteve presente na exposição Totoma em que Daniela registrou o mundo do funk carioca.


Expofoto [sub] Urbanos
Oi Futuro Flamengo
Até 01 de abril
Entrada Gratuita

Exposição Anticorpos – Irmãos Campana



O cotidiano e as singularidades da vida são temas recorrentes nos trabalhos artísticos de Humberto e Fernando Campana. Organizada pelo Vitra Design Museum (Alemanha), a exposição Anticorpos pode ser visitada a partir de hoje no 1º andar do CCBB Rio. A mostra aponta a variedade formal e de materiais usados pelos artistas plásticos e mantém o processo do design transparente. Ainda é possível conhecer a biografia dos irmãos Campana através de filmes, fotos e o trabalho que marcou o início da carreira dos artistas (Negativo e Positivo de 1989).

Anticorpos
CCBB RIO
Até 06 de maio
Entrada Franca

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Crítica da peça “A Mecânica das Borboletas” (++++)

Não se deve correr atrás das borboletas. É preciso cuidar bem do jardim para que as borboletas voltem. Esse popular conselho é dado por uma senhora a suas amadas plantinhas logo no início da peça “A Mecânica das Borboletas”. De certa forma, essa viúva, um tanto perturbada mentalmente, tinha razão. O problema é que quando a borboleta que ela tanto esperou (e já não acreditava mais que voltaria) finalmente regressou, o seu jardim já não estava tão bem cuidado assim... Pelo contrário, à primeira vista para essa borboleta viajante, o que ela encontrou foi o caos e não o belo jardim que havia deixado para trás. A borboleta em questão trata-se do personagem Rômulo (Eriberto Leão), o filho que fugiu de casa para conhecer o mundo, mas quando retornou ao seio familiar simplesmente não o reconheceu. Percebeu apenas seus destroços. Remo (Otto Jr.), seu irmão gêmeo, havia assumido a oficina mecânica da família e se transformado em um homem brutalizado, sua mãe (Suzana Faini) estava com problemas mentais e seu pai simplesmente não existia mais (virou cinza que pertencia agora ao jardim da casa). Testemunha do reencontro familiar não desejado, a cunhada de Rômulo (Ana Kutner) explicou a ele que quando se tira um bezerro de sua mãe de forma brusca há um grande sofrimento para ambos, mas quando eles são separados aos poucos, eles não sentem muito. Quando se reencontram, nem se reconhecem mais... O exemplo da cunhada-veterinária explica o porquê daquela família ter chegado tal ponto. Já Remo não foi tão sutil e nada acolhedor com o irmão pródigo. Ele expõe toda a sua mágoa para seu gêmeo e também todas as conseqüências causadas pela fuga solitária de Rômulo.


“A Mecânica das Borboletas” é uma história sobre família, mudanças, riscos, sonhos e conseqüências. A peça, no princípio, mais parece uma novela ou filme devido a trilha sonora excessiva e a própria dinâmica do espetáculo (uso de certos clichês como metáfora e a obviedade do triângulo amoroso), mas depois acaba por surpreender. No começo, a impressão que se tem é que a história não vai prender por parecer rasa e previsível, mas ao desenrolar da trama ela surpreende. Principalmente pela excelente atuação de Remo (Otto Jr.) que simplesmente roubou a cena com o papel de irmão guerreiro que ficou e lutou pela família. As outras atuações também foram ótimas, mas a dele realmente é o destaque. O ator deu o tom certo para seu personagem.

Outro ponto positivo do espetáculo foi o uso do humor para dar leveza a história que no início parecia que tinha tudo para ser um dramalhão mexicano. Sem gêmeo bom, sem gêmeo mau, os personagens tem suas fraquezas expostas em cena e de forma divertida e com dramaticidade no ponto certo, o espectador vai se envolvendo na trama e finalmente sente que o que está diante de si é realmente teatro.




O título não poderia ser mais adequado! Confesso que a metáfora da borboleta é surpreendente e muito interessante. É possível associá-la a Rômulo que voou o mundo e voltou ao seu jardim para se reencontrar como pessoa e a Remo que aguardava a borboleta do carburador para finalmente levantar seu vôo após tanto tempo em seu casulo.
É possível refletir, filosofar e até dialogar sobre vida e sonhos após a peça. Vale a pena conferir!

A Mecânica das Borboletas
Teatro I do CCBB às 19 h
Elenco: Eriberto Leão, Otto Jr., Ana Kutner e Suzana Faini
Até 04 de março

R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia)

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Melhores filmes de 2011 no CCBB Rio

Sabe aqueles filmes que deram o que falar em 2011 e que você queria muito ter visto no cinema, mas por alguma razão você não pode conferir. Então, o CCBB Rio selecionou os melhores filmes do ano passado e a partir de hoje até o dia 26 de fevereiro está os exibindo novamente em sessões que custam somente R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia).



A Pele que Habito”, “A Árvore da Vida” e “Meia-Noite em Paris” (consulte aqui nosso Manual Cultural se for assistir a esse longa.) são algumas das produções que foram escolhidas.

Vale lembrar que é preciso chegar uma hora antes para pegar senha e garantir seu lugarzinho...
Abaixo você encontra a programação completa.

Programação Completa

Dia 14
16h: Um Conto Chinês (93 min. 14 anos)
18h: Meia Noite em Paris (94 min. 12 anos)
19h40: debate*

Dia 15
16h: Cópia fiel (112 min. Livre)
18h: O garoto da bicicleta (87 min. 12 anos)
19h40: debate*



Dia 16
15h: A Árvore da Vida (138 min. 12 anos)
17h40: Melancolia (136 min. 14 anos)
20h: debate*

Dia 17
16h: O Vencedor (115 min. 14 anos)
18h: O Inferno de Henri-Georges Clouzot (94 min. Livre)*

Dia 18
16h: Diário de uma busca (104 min. 10 anos)
17h50: Incêndios (130 min. 14 anos)
20h10: Meia Noite em Paris (94 min. 12 anos)

Dia 19
16h: A pele que habito (133 min. 16 anos)
18h30: Além da vida (129 min. 12 anos)*

Dia 22
16h: O Inferno de Henri-Georges Clouzot (94 min. Livre)
17h45: O Vencedor (115 min. 14 anos)
19h40: debate*

Dia 23
15h30: Além da vida (129 min. 12 anos)
17h50: A pele que habito (133 min. 16 anos)
20h: debate*

Dia 24
16h: Incêndios (130 min. 14 anos)
18h20: Diário de uma busca (104 min. 10 anos)
20h05: debate*

Dia 25
16h: O garoto da bicicleta (87 min. 12 anos)
17h40: Cópia fiel (112 min. Livre)
19h45: Um Conto Chinês (93 min. 14 anos)*

Dia 26
15h: Melancolia (136 min. 14 anos)
17h40: A Árvore da Vida (138 min. 12 anos)


Centro Cultural Banco do Brasil
R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada)
Senhas distribuídas 1h antes da sessão

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Exposição "Índia" (+++++) - Por Marcelly Brandão

Hoje fui à exposição Índia, no CCBB. Com curadoria geral de Pieter Tjabbes e curadoria de arte contemporânea de Tereza de Arruda, a mostra conta com aproximadamente 380 peças, oriundas de colecionadores brasileiros e internacionais, museus e instituições culturais.

Ao chegar, fui recebida por uma escultura belíssima Ganesha, deus com corpo de menino e cabeça de elefante, senhor do começo, representante da sabedoria para enfrentar desafios e a superação de obstáculos. Ao longo das 18 salas destinadas ao evento, percebi a riqueza cultural indiana.

Foto de Raghubir Singh
Na entrada do primeiro andar, a recepção foi tão emocionante quanto no térreo. Um poema lindíssimo sobre a relação do indiano com a natureza, de Rabindranath Tagore (1861-1941).

É possível fazer uma viagem à Índia indo apenas ao centro da cidade do Rio de Janeiro. Encontrei na exposição uma sala dedicada aos trivais utensílios indianos, como copos e pratos, mostrando como eles são capazes de unir a utilidade à beleza, roupas utilizadas tanto pelos muçulmanos quanto pelos hindus, fotografias de Raghubir Singh, inclusive uma de Madre Tereza, a missionária católica naturalizada indiana, beatificada pela Igreja Católica em 2003.

Os indianos consideram sua arte de origem divina. Segundo Rabindranath Tagore, “a natureza da vida do mistério majestoso emerge da revelação constante do infinito na música”. A música é, portanto, sagrada. Mas, o envolvimento daquela cultura com o sagrado é tanto que sua música sagrada é também sua música clássica, variando apenas conforme a região da Índia: hindustani e karnatic. A hindustani, instrumental e de influência persa, característica da região norte. A karnatic (também chamada de carnatic), predominante na região sul, oriunda de antigas tradições hindus.
Foto de Raghubir Singh

A dança indiana deve ser a dança que mais exige consciência corporal do bailarino. Fiquei admirada! Amante que sou do Ballet, nunca imaginei observar uma dança tão detalhista. Todo o corpo dança. O movimento do quadril é discreto e controladíssimo. As mãos fazem gestos suaves. O pescoço acompanha o ritmo levemente. E, acreditem, sobrancelhas e olhos também entram na dança! As modalidades da dança indiana variam de acordo com os elementos da natureza: odissi (água), mohimattan (ar), kuchipudi (terra), kathakali (céu), bharata natyam (fogo). Os intrumentos são: tambura, sitar, veena, tabla, shehnai e bansuri.

A tradição oral se faz presente com o papel de destaque para o kathputli (marionetes), o kavad (santuário portátil) e as epopéias hindus Ramayana e Mahablarata. Esta última enuncia os quatro conceitos básicos do hinduísmo, isto é, os objetivos da vida: dharma (a ação correta), artha (o propósito), kama (o prazer), e moksha (liberação). Contudo, as demais religiões presentes na Índia também possuem seu espaço na exposição. Um fato curioso é a parte dedicada ao cristianismo, presente naquele país desde o século VI, através da igreja de São Tomé.

Foto de Baiju Parthan
O segundo andar da exposição é dedicado a arte contemporânea, trazendo uma sala em homenagem a chamada Bollywood e a novela “Caminho das Índias”, exibida pela Rede Globo. Fotografias em 3D de Baiju Parthan estão expostas, bem como frases de protesto como Money talks but does not remember.

A Índia é o segundo país mais populoso do mundo, composto por seis religiões (islamismo, hinduísmo, budismo, janismo, cristianismo e sikhismo), com 22 línguas oficiais. Conquistou sua independência somente em agosto de 1947, dentre as consequências da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), através de uma resistência não-violenta liderada por Gandhi. Chama a atenção do mundo por ser uma economia em rápido desenvolvimento. Hoje, chama a atenção dos cariocas, pela riqueza e beleza de sua história cultural.

Texto cedido pela colaboradora Marcelly Brandão, escritora do blog http://www.marcellybrandao.blogspot.com/.

Serviço:

Índia

Data: De 12 de outubro a 29 de janeiro de 2012

Horário: Conforme programação

Local: CCBB - Térreo, 1º e 2º andares / Rua Primeiro de Março, 66 - Centro

Bilheteria: Terça a domingo, das 9h às 21h | Telefone: (21) 3808-2020

Ingressos: Entrada franca

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Festival Simultâneo de Cinema 4+1

Filmes premiados, mas que nunca chegaram ao circuito comercial estão disputando o prêmio de 20 mil euros através de votação popular no Festival de Cinema 4+1. O evento acontece simultaneamente na Argentina, Colômbia, Espanha e México. No Brasil, a mostra está acontecendo até dia 30 de outubro no CCBB Rio.

As produções do festival também podem ser conferidas pela internet através da plataforma MUBI até 5 dias após o fim do evento. Além da Seção Oficial, já podem ser vistas no site as retrospectivas dedicadas a Apichatpong Weerasethakul (convidado de honra do Festival 4+1 em sua anterior edição) e à Agnès Varda (vencedora do Prêmio do Público 4+1 em 2010).

Confira aqui programação








quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Teatro: Destaques da Semana (26/10)

Histórias de mulheres que exerceram a profissão mais antiga do mundo são tema das peças em destaque na semana.


Filha, Mãe, Avó e Puta
Uma gravidez indesejada mudou toda a vida da universitária Gabriela. Expulsa de casa, ela viu na prostituição uma opção para se sustentar. Essa é apenas uma parte da surpreendente história da criadora da grife Daspu Gabriela Duarte.


Os relatos dos maus tratos sofridos por ela e a batalha pela regulamentação da profissão você pode conferir na peça “Filha, Mãe, Avó e Puta” que está em cartaz no Teatro III do CCBB de quarta à domingo até o dia 30 de outubro.

A peça adaptada da biografia de mesmo nome é dirigida por Guilherme Leme e tem como protagonista a atriz Alexia Dechamps.


A entrada é R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada).


Filha, Mãe, Avó e Puta
Teatro 3 do CCBB
Até 30 de outubro
R$ 6 (inteira)


As Polacas
Tempos de guerra sem dúvida são tempos cruéis! Em busca de uma vida melhor, jovens judias fogem do Leste Europeu durante a Segunda Guerra rumo ao Brasil e aqui acabam por se tornar prostitutas. A peça “As Polacas” entrelaça diversas histórias de vidas dessas jovens estrangeiras. O espetáculo está em cartaz no teatro I do CCBB de quarta à domingo às 20 horas até 18 de dezembro. A entrada é R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada).

As Polacas
Teatro I do CCBB
Até 18 de dezembro
R$ 6 (inteira)

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Exposições em Destaque na Semana

Exposição O Cartaz em Cartaz (Fernando Pimenta)

Você curte artes gráficas e sétima arte? Então você não pode perder a exposição "O Cartaz em Cartaz" no Oi Futuro em Ipanema. Lá estão expostos trabalhos produzidos pelo renomado artista gráfico Fernando Pimenta. Vinhetas, créditos de abertura e encerramento de filmes e cartazes que fizeram parte de produções como "Câncer" de Glauber Rocha, "Bye Bye Brasil" de Carlos Diegues e "Lula, O Filho do Brasil" de Fábio Barreto, entre muitos outros, fazem parte da mostra. Além disso, quem for visitar a exposição também poderá se divertir nas estações touchscreen onde cartazes podem ser manipulados e recriados e o resultado ainda pode ser compartilhado por você nas redes sociais. A exposição " O Cartaz em Cartaz" é gratuita e pode ser visitada até 06 de novembro.


O Cartaz em Cartaz (Fernando Pimenta)

Oi Futuro Ipanema

Até 06 de novembro

Entrada gratuita


Exposição Índia

Que tal fazer um passeio pelos 3 mil anos de cultura da Índia? No CCBB você pode conhecer 400 peças vindas de museus, centros culturais e de colecionadores nacionais e internacionais sobre o encantador país asiático em diferentes épocas desde a Antiguidade. A mostra "Índia" que poderá ser visitada até 29 de janeiro está dividida em Reis, Homens, Deuses e Contemporaneidade.
A entrada é gratuita.


Índia
Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)

Até 29 de janeiro

Entrada gratuita

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Primeiro Ciclo Internacional de Teatro para Bebês no Brasil

Você sabia que existem companhias de teatro especializadas em espetáculos voltados para crianças de 6 meses a 3 anos? Esses grupos teatrais apresentam peças provocadoras e questionadoras por acreditarem na capacidade poética inata do ser humano e no direito dos bebês de se integrarem à cultura e à sociedade.


Em nosso país o tema ainda é desconhecido, mas para popularizá-lo diversas companhias se uniram no Primeiro Ciclo Internacional de Teatro para Bebês no Brasil. O evento que tem entrada franca acontece até dia 21 de agosto no CCBB do Rio.


De amanhã até domingo estará em cena o espetáculo “Anda!” dos artistas espanhóis da Cia. La Casa Incierta. Mas, atenção é bom chegar com uma hora de antecedência para pegar senha.

Primeiro Ciclo Internacional de Teatro para Bebês no Brasil
CCBB RIO – Primeiro de Março 66 - centro
Entrada franca
Até 21 de agosto

18 a 21/08 – quinta a domingo – 11h e 15h
Espetáculo Anda! (Espanha)

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Exposição Queremos Miles no CCBB

Depois do punk agora é a vez do jazz no CCBB! Começa amanhã a exposição "Queremos Miles". A mostra internacional reúne 300 itens desde gravações a obras de artes passando por fotografias, vídeos e documentários sobre a carreira de Miles Davis. O visitante também poderá conhecer partituras, instrumentos e até roupas do homem que revolucionou o jazz e tornou-se um dos mais influentes músicos do século XX.

A exposição concebida pela Citá de La Musique de Paris tem a cenografia especialmente elaborada com tecnologia acústica para possibilitar que o visitante tenha contato com gravações de alta qualidade e assim possa conhecer um pouco mais da carreira desse grande músico que morreu em 1991. A mostra ficará no CCBB até 28 de setembro. A entrada é gratuita.




Exposição Queremos Miles


De 02 de agosto a 28 de setembro


CCBB-Rio


Entrada Gratuita


quarta-feira, 13 de abril de 2011

Exposição Eu em Tu no CCBB

Música, experimentação e transitoriedade. Esses são os principais pilares presentes nas performances de Laurie Anderson. Desde os anos 70, a artista chama a atenção por onde passa com suas performances inusitadas.


Em 1975, ela parou pelas ruas de Gênova e Nova Iorque e começou a tocar violino em cima de patins presos em um bloco de gelo. A apresentação só acabou quando o gelo derreteu completamente. A performance era “Dueto no Gelo” que a artista reproduziu adaptadamente no primeiro dia da exposição “Eu em Tu” no CCBB do Rio. A primeira vista pode parecer loucura, mas como tudo em arte contemporânea há um propósito. “Dueto no Gelo” tinha a intenção de mostrar a transitoriedade da vida (a arte está na ação acontecendo).


O questionamento sobre coisas simples do cotidiano é outra marca de Laurie Anderson. Para responder tais questionamentos, a artista utiliza a experimentação. Na série de performances “Sonho Institucional”, ela descobriu se dormir em locais públicos interferiria em seus sonhos. Para conseguir responder, Laurie dormiu numa praia bem próximo ao mar, em biblioteca com livros no rosto entre muitos outros locais inusitados...


Fotos, vídeos, livros, criações e músicas dessa artista que vive intensamente a arte você encontra na Exposição Eu em Tu que está no CCBB até 26 de junho no segundo andar.

Atenção! Fiquem atentos até nas paredes do corredor porque até nelas você encontra arte!!!




quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Cora Coralina: Coração do Brasil


Poesia, culinária e Goiás. O que tem em comum essas palavras? A resposta é simples: Cora Colarina! A poetisa goiana está sendo homenageada na exposição “Cora Coralina: Coração do Brasil” no 2° andar do CCBB Rio até 13 de março. Vale a pena conferir! Lá o visitante tem a oportunidade de conhecer um pouco mais não só dos trabalhos da escritora, mas também de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas (nome verdadeiro da poetisa que costumava ser chamada de Aninha pelos mais chegados). Poemas, fotos, jornais, vídeos e até receitas culinárias de Cora são encontrados na exposição. O curioso é que as pessoas chegam querendo saber mais sobre a autora e acabam descobrindo um pouco do universo de Aninha. Se tem uma coisa que fica clara para o visitante é que simplicidade e coração são sinônimos de Cora Coralina.