
Ainda que o cantor e compositor não tenha nem sequer chegado perto de sucessos como "Aquele Abraço", "Haiti", "Drão" e "Palco", não faltaram algumas famosas como "Expresso 2222", "Esperando na janela", "Eu só quero um xodó" e até "Asa Branca", de Luiz Gonzaga. Não era um show enaltecendo a carreira dele, mas de uma fase mais recente, onde o baiano tem dado maior atenção aos xotes e xaxados. Com isso, não faltaram músicas de seu álbum mais recente, o "Fé na Festa". Destaque para "Livre-atirador e a Pegadora".

A simpatia de Gil é de contagiar e a empatia com o público é imediata. O cantor se mostra à vontade no palco, e contando com músicos de primeira classe, como o baixista Artur Maia e o guitarrista Sérgio Chiavazzoli, tudo parece ficar mais fácil.
Uma notinha que não posso deixa de dar: Ele lembrou também da ocupação do complexo de favelas da Penha e do Alemão também ao tocar "Baião da Penha", onde lembrou o momento que vive o Rio de Janeiro.
É de valer cada centavo.
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