
Bom, o fato que sofrer por amor é típico do ser humano e ir adiante por mais doloroso que seja é a consequência natural. E quando o(a) sujeito (a) chega a esse ponto é porque já cometeu o assassinato, em seu coração, daquele(a) que amava. Ou às vezes a relação já faleceu, mas o sentimento insiste em ser preexistente... Quem ensina uma ótima receita para assassinar o incoveniente amor em casos como esses é a virginiana Marina Lima.
Como plano de fundo o Leblon, a melodia é bela e intimista, mas a letra é fria e racional. Confesso que gosto dessa combinação agridoce! Essa m
úsica pode ser interpretada como um autoconvencimento de que não vale a pena sofrer por alguém que a relação já não existe mais. Ou explicar o ex que ela é perfeitamente capaz de viver sem ele. Sem loucura, tragédia grega ou desespero, apenas como algo natural da vida. A música é "Virgem" do álgum de mesmo nome. O ano era 1987.
Desde criancinha gosto de Marina que depois veio a ser chamada de Marina Lima. Já que essa é uma homenagem ao Mês da Mulher optei por "Virgem" que aos meus olhos é uma música bonita e de atitude. Sem contar que adoro ver imagens antigas e nesse clipe aparece o Leblon de antigamente. Se Manoel Carlos tivesse uma novela no ar em 1987 certamente "Virgem" seria tema da protagonista...

Desde criancinha gosto de Marina que depois veio a ser chamada de Marina Lima. Já que essa é uma homenagem ao Mês da Mulher optei por "Virgem" que aos meus olhos é uma música bonita e de atitude. Sem contar que adoro ver imagens antigas e nesse clipe aparece o Leblon de antigamente. Se Manoel Carlos tivesse uma novela no ar em 1987 certamente "Virgem" seria tema da protagonista...
Chega de Blah Blah Blah e vamos ao clipe!
As coisas não precisam de você
E quem disse que EU
Tinha que precisar...
As luzes brilham no Vidigal
E não precisam de você
Os Dois Irmãos também não precisam...
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