Blah Cultural

Série "Intercâmbio Cultural" - 3º Episódio

Nossa correspondente Marina fala sobre chegadas e partidas

Leia mais

Baú do Blah

"Cherry Bomb" do The Runaways, grupo de rock formado exclusivamente por mulheres de atitude nos anos 70, é o desenterro da semana

Leia mais

Fan Film da semana

O vídeo da vez homenageia Super Mario Bros, eleito o melhor jogo de todos os tempos

Leia mais

Novos Artistas

Com composições próprias, em inglês, a banda Austin é o destaque da vez

Leia mais

Música e Cinema

Entrevista com João Estrella: Saiba mais sobre o músico que teve sua vida retratada no filme "Meu nome não é Johnny"

Leia mais

Família do Blah

Busca

Mostrando postagens com marcador Alceu Valença. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alceu Valença. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Casuarina na Fundição Progresso (+++++)

Num dia de céu nublado, com algumas gotas de chuva caindo durante alguns instantes, só poderia ser o prenúncio: refresca agora, porque lá dentro a coisa vai esquentar. E não deu outra. Num calor infernal dentro da Fundição Progresso, o clima ferveu com a roda de samba do Casuarina. Com um repertório pautado no ótimo disco "MTV Apresenta: Casuarina", não faltaram sucessos como 'Certidão', 'Arco-Íris', '400 anos de Favela', 'A Roda Morreu', 'Senhora Liberdade', 'Swing de Campo Grande', entre outras.

Como já havia sido anunciado, teriam dois convidados especiais: Pedro Miranda e Alceu Valença. O primeiro, ainda desconhecido do grande público, e, até por isso, de início, deu uma certa esfriada no ambiente, chegou a empolgar um pouco no decorrer de sua apresentação com canções como 'Diz que fui por aí', de Nara Leão. Já o segundo, apesar de eu não ser grande fã, confesso, é inegável a empatia dele com o público. O show realmente contagia e faz até um ardoroso fã de heavy metal pular (tô falando isso porque eu vi um fazer do meu lado... heheh). Pra fechar a noite, a supresa prometida via twitter pela banda: Elba Ramalho, que, assim como seu conterrâneo, não fez vergonha e sacudiu a platéia.

Méritos para um grupo muito coeso, com belas músicas e um vocalista extremamente competente como João Cavalcanti, que não deixa que a alcunha de ser filho do fantástico Lenine sustente a sua carreira.

De ruim, apenas a acústica da Fundição, já que o show foi realizado no andar de cima (era uma roda de samba), impedindo o entendimento de algumas palavras, às vezes.