Um Trailer bem elaborado e um slogan instigante para trair o público: "O filme que o Vaticano não quer que você veja. " Contudo, A produção teve apenas 8% de aprovação no site Rotten Tomatoes, que contabiliza as críticas publicadas nos Estados Unidos.
Alheios a opinião da crítica, no entanto, o público compareceu em peso às salas de cinema e na primeira semana de exibição o filme somou a maior arrecadação já contabilizada numa primeira semana de janeiro. Em todos os tempos. O filme foi adquirido por apenas US$ 1 milhão pela Paramount Pictures e nem precisa mais vender ingressos na semana que vem para se tornar extremamente lucrativo. O valor arrecadado até agora foi de US$ 34,5 milhões. Em contraponto, a maioria das pessoas que assistiram " A Filha do mal ” deu nota F, a mais baixa, na classificação de satisfação do CinemaScore, na saída dos cinemas.
O filme utiliza técnica de imagens tremidas, desfocadas, pra tentar trazer o sentido de reais. Tudo isso torna a qualidade do filme baixíssima e há pouquíssimas cenas de susto ou aflição. Pra ser mais exata, apenas 2 ou 3.
Analisando o contexto, o diálogo e as cenas, fica difícil desfazer a ideia de que o filme foi criado, na verdade, para provocar a igreja católica, considerando que o assunto é polêmico, pouco divulgado e bastante encoberto, tanto que grupos católicos se mobilizaram pela Internet recomendando o boicote ao filme que, embora rodado na Romênia, tem parte da história passada no Vaticano.
“A Filha do Mal” foi dirigido por William Brent Bell. As filmagens foram feitas em Roma e Bucareste. Trata-se da história de que uma mulher (a brasileira Fernanda Andrade) que decide investigar os exorcismos de sua mãe, Maria Rossi (Suzan Crowley).
Em 1989, Maria confessou que havia matado brutalmente três pessoas. Mas não tem domínio sobre sue corpo. Cerca de 20 anos mais tarde, sua filha Isabella tenta compreender a verdade sobre o que aconteceu naquela noite.
Ela viaja até o Hospital para Criminosos Insanos na Itália, onde sua mãe foi detida, para determinar se ela é doente mental ou se está possuída pelo demônio.
Quando ela recruta dois jovens exorcistas do Vaticano (Simon Quarterman e Evan Helmuth) para curarem sua mãe usando métodos não convencionais que combinam ciência e religião, se deparam com os quatro poderosos demônios que possuem Maria.
Hollywood tem premiação para todos! Não é só para os seres humanos... Prova disso é o Prêmio Coleira de Ouro que terá sua primeira edição no próximo dia 13. E olha que a premiação nem aconteceu ainda, mas já está dando o que falar. Martin Scorsese iniciou uma briga de cachorro grande ao abrir o verbo em uma carta redigida especialmente por ele ao Los Angeles Times. O que indignou o diretor a tal ponto? A doberman de seu filme "A invenção de Hugo Cabret" não foi indicada a premiação. O diretor chegou até a declarar que Blackie venceria facilmente uma briga, mas ela pode ter problemas para conquistar a simpatia frente ao cachorro bonitinho (terrier) do filme "O Artista". A repercussão do desabafo de Scorsese foi tanta que a revista especializada Dog New Daily que organizoua pioneira premiação informou ao diretor que se houvesse mais de 500 curti no Facebook em favor de Blackie, ela entraria de última hora como indicada ao Coleira de Ouro. Os internautas se mobilizaram e a doberman agora está concorrendo ao prêmio. Apesar da conquista de Martin Scorsese e da doberman Blackie, o terrier Uggie continua sendo o favorito. Ele recebeu duas indicações a categoria Melhor Cão em um Filme por " O Artista" e por " Água para Elefante". Também concorrem a estatueta Cosmo por "Beginners", Denver por "50/50" , Hummer por "Young Adult".
O Coleira de Ouro premiará também o Melhor Cão em filme estrangeiro e o Melhor Cão em Série de TV.
Hoje é dia de expectativa para os fãs de Madonna. A popstar irá lançar o novo single "Give Me All Your Luvin" hoje no programa American Idol. Abaixo você confere o novo clipe que tem como tema o amor pelo futebol americano.
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Enquanto os fãs de Madonna estão ansiosos para conhecer o novo single, a popstar está ansiosa com a sua apresentação no Super Bowl no próximo domingo (05/02). A cantora já chegou até a declarar que esse show é assustador já que o evento é a coisa mais sagrada nos Estados Unidos. Madonna já afirmou que irá surpreender a platéia. Muitas músicas vem sendo especuladas por fãs e pela mídia para essa apresentação, mas a única certeza que se tem é que a nova música de trabalho estará no setlist (inclusive com as participações de Nicki Minaj e M.I.A ao vivo).
Madonna também divulgou essa semana a capa de seu novo álbum "MDNA" que foi feita pelo design brasileiro Giovanni Bianco.
A banda inglesa Spice Girls irá voltar a ativa em 2012? Bom, ninguém sabe ao certo e as cantoras parecem fazer questão de manter esse suspense no ar. Mas, Mel B. encheu os fãs de esperança ao afirmar durante uma entrevista, ao vivo, concedida a um canal de TV australiano que 2012 promete ser um ano ótimo para as apimentadas... Melanie Brown deixou escapar ainda que o grupo se apresentará durante o 60º jubileu da rainha Elizabeth II em março, porém em seguida pareceu se arrepender. Ela declarou que não deveria ter dito aquilo. Além desse "furo", recentemente tem se intensificado os rumores de que a banda tocaria na abertura das Olímpiadas em Londres, mas também surgiram informações que Victoria Beckham não queria participar...
Bom, só nos resta aguardar para saber se de onde veio essa fumaça há realmente fogo...
Após ser preso na Nova Zelândia, Kim "Dotcom" Schmitz anunciou que vai lançar um CD musical. O disco terá a produção de Printz Board, que é consultor artístico do grupo Black Eyed Peas e autor da música oficial do site. O anúncio não prevê que o fanfarrão irá soltar a voz.
O dono do Megaupload continua detido na Oceania e aguarda uma extradição para os EUA.
O game que será lançado hoje nas lojas de todo o mundo teve o seu trailer de lançamento divulgado pela Namco Bandai.
A história de SoulCaliburV se passa 17 anos depois do anterior e o novo protagonista é Patroklos, filho da guerreira ateniense Sopithia. Siegfried e Nightmare retornam à essa nova edição. O jogo sai para os consoles Xbox 360 e Playstation 3.
Contrastes O carioca Marcelo Ment é referência quando o assunto é graffiti. Algumas experiências do artista gráfico pelo mundo que reforçam essa arte urbana como linguagem universal estão reunidas na exposição “Contrastes” que está aberta a visitação no Espaço Eletrobrás Furnas.
A mostra apresenta uma composição de dois murais dentro do estilo clássico do graffiti com predominância do preto e branco. Há também intervenções em cores, além de uma composição de fotos e quatro cubos que formam uma instalação. Reconhecido no circuito internacional de street art contemporânea, Marcelo Ment é um dos principais artistas plásticos urbanos do cenário nacional. Uma das características do carioca é ser multimidiático, ou seja, ele não limita sua arte ao uso apenas de spray. Marcelo utiliza também outras técnicas em diversos formatos e mídias.
As intervenções visuais de Marcelo Ment já passaram pelas ruas do Rio, de Barcelona, Berlim, Paris, Amsterdã e outras grandes metrópoles.
Contrastes Espaço Cultural Eletrobrás Furnas Rua Real Grandeza nº 219 - Botafogo Até 04 de março Entrada Gratuita
High Tech/ Low Tech
A exposição “High-Tech/Low-Tech- Formas de Reprodução” apresenta obras de 20 renomados artistas internacionais e nacionais com a proposta de discutir o conceito de tecnologia, seus processos, suas promessas e malefícios. A mostra reúne esculturas, performances, fotografias e vídeos . A curadoria é de Alfons Hug.
High Tech/ Low Tech Oi Futuro Flamengo Rua Dois de Dezembro nº 63 - Flamengo Até 01 de abril Entrada Gratuita
Estou decepcionada com a versão hollywoodiana para Millennium: Os homens que não amavam as mulheres. Na minha concepção, a produção foi incoerente ao adotar o título "The Girl With the Dragon Tattoo". A adaptação do diretor David Fincher reduziu brutalmente a participação de Lisbeth Salander (por acaso a garota da tatuagem de dragão) de tal forma que chegou a modificar a essência da personagem (isso não ocorreu só com ela, mas com praticamente todos os personagens). Confesso que não li esse livro ainda, mas assisti o filme sueco (2008) e pela riqueza e profundida da trama me fez crer que, aquela versão sim, foi fiel a literatura de Stieg Larsson. Parece que Hollywood tentou compensar a superficialidade de sua produção com diálogos de humor cítrico que até arrancaram gargalhadas da platéia (provavelmente de quem não assistiu a primeira versão).
É evidente que roteiros adaptados tem que sofrer cortes, mas essas "resumidas" precisam retratar os personagens da maneira mais fiel possível a obra original. O que se viu foi Blonkvist se transformar de um jornalista (investigativo) de bom coração num descolado jornalista/investigador sagaz. Ora, se a sagacidade não tivesse sido usurpada de Lisbeth, a hacker investigadora, eu não estaria sendo tão cruel nessa crítica, eu juro! Aliás, pobre Lisbeth a reduziram a uma simples hacker com visual dark e de frieza caricata. Sim! Caricata... afinal a maioria de suas ações só conseguiu mesmo arrancar risadas do público. Sem contar que uma descoberta fundamental para o desenrolar da trama, que na versão sueca foi Lisbeth quem fez e avisou a Blomkvist, na versão de Fincher foi atribuída a uma personagem que nem existia e com ar de casualidade... Reduzir Lisbeth dessa forma me fez crer que os homens que não amavam as mulheres, na verdade, são David Fincher (diretor) e Steven Zallian (roteirista). Se você quer conhecer a verdadeira Lisbeth assista a versão sueca em que Noomi Rapace teve a oportunidade de atuar brilhantemente. Aliás agora entendo porque ela teria se recusado a viver Lisbeth para Hollywood...
A única melhoria americana em "The Girl With The Dragon Tattoo" foi a apresentação da família Vanger. Isso porque a proposta sueca é que o espectador desvende junto com Blomkvist e Lisbeth o caso do desaparecimento de Harriet. Por isso houve um excesso de informação em pouco tempo. Muito nome parecido, muitos velhos e loiras com nomes estranhos, sabe como é... O telespectador pode ficar meio confuso... Já a versão americana ganhou dinamismo nessa parte. O velho Henrik (Christopher Plummer) se limita a apresentar somente os principais membros da família e o resto o "007", ih desculpem, dessa vez é Blomkvist, vai entrevistando os suspeitos. Essa modificação foi bem positiva.
Você deve estar se perguntando: Depois de tantas críticas porque ela deu nota 3? Porque apesar do reducionismo de uma maravilhosa história de suspense, ainda assim, vale a pena assistir o filme, principalmente, quem não viu a versão sueca. Talvez, se eu não a tivesse visto, essa crítica teria ganhado 5 ou 4 estrelas, mas o fato é que assisti e não me agradou nem um pouco as modificações feitas. Principalmente as alterações na trama original que só causaram empobrecimento do roteiro e superficialidade dos personagens... Basta comparar os cartazes das duas produções. Na divulgação sueca (essa ao lado) Lisbeth é destaque já na americana (lá em cima) Lisbeth está em segundo plano... E isso não é mera coincidência! Aos que não viram o filme sueco, mesmo com todas as reclamações aqui apontadas, recomendo a versão americana, para matar a curiosidade, porque todo o brilhantismo de Stieg Larsson não habita nessa produção.
Queimou o filme: Reduzir a personagem principal dos livros a coadjuvante (pobre Lisbeth!) Diversas mudanças que causaram empobrecimento na trama original. Superficialidade e personagens diferentes do livro e versão sueca. Rooney Mara (Lisbeth) não teve a chance de mostrar seu valor. Daniel Craig teve total destaque... Stieg Larsson deve estar se revirando no túmulo com a versão americana! O diretor e o produtor que não amam as mulheres (no caso particularmente Lisbeth).
Bem na fita: Agilidade na trama e apesar de tudo o humor cítrico (riria se não estivesse decepcionada).
Sinopse: Harriet Vanger (Moa Garpendal) desapareceu há 36 anos, sem deixar pistas, em uma ilha no norte da Suécia. O local é de propriedade exclusiva da família Vanger, que o torna inacessível para a grande maioria das pessoas. A polícia jamais conseguiu descobrir o que aconteceu com a jovem, que tinha 16 anos na época do sumiço. Mesmo após tanto tempo, seu tio Henrik Vanger (Christopher Plummer) ainda está à procura e decide contratar Mikael Bomkvist (Daniel Craig), um jornalista investigativo que trabalha na revista Millennium. Bomkvist, que não está em um bom momento por enfrentar um processo por calúnia e difamação, resolve aceita a proposta e começa a trabalhar no caso. Para isso, ele vai contar com a ajuda de Lisbeth Salander (Rooney Mara), uma investigadora particular incontrolável e anti social.
Ficha Técnica
Millennium: Os homens que não amavam as mulheres (The Girl with the Dragon Tattoo)
Lançamento: 2012 (Alemanha, Suécia, Reino Unido, Estados Unidos)
Direção: David Fincher
Atores: Daniel Craig, Rooney Mara, Stellan Skarsgard, Robin Wright.
Família do Blah